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Opinião
15/04/2021 - 06h32
O Brasil completa 521 anos
Benedicto Ismael Camargo Dutra
 

O aniversariante é o Brasil, descoberto no dia 22 de abril de 1500, e que este mês completa 521 anos, embora ainda não tenha adquirido a idade adulta uma vez que seus políticos agem como crianças mal-educadas que se utilizam de todos os meios para levar vantagens. Dizem que o Brasil está no inferno astral que atrai todo o negativismo de pessoas maldosas, e é o que a sua população está passando com todo tipo de ataque para desestruturar a nação na economia, nos empregos, na administração pública. Mas dizem também que no aniversário chegam forças renovadoras vindas do Sol. Que venham forças de Luz para limpar toda imundice, fortalecendo aqueles que querem o bem, a melhora das condições gerais de vida, e o aprimoramento da espécie humana.

Brasil, pátria amada sempre, a despeito dos ingratos, dos corruptos que só pensam em si, dos alienígenas que só cobiçam as riquezas pouco se importando com a boa formação dos jovens; dos que fomentam a ruína, a miséria espiritual e material. A situação regrediu tanto que o político que rejeita a corrupção é tido como tão louco como o cara que queima nota de duzentos reais. Por que não fazem um balanço das realizações atuais, comparando-as com as dificuldades de agora e a situação dos antecessores? É esse resultado que deve ser submetido a julgamento, pois o país possui as riquezas que todos querem, podendo se tornar autossuficiente e ajudar o mundo.

Os seres humanos, em geral, estão perdendo a compostura, mas a cobiça de poder dos políticos os faz descer até às sombras do inferno para fazer essas pessoas colocarem o ódio acima de tudo. Falta objetividade, seriedade e amor à Pátria. Lembra aqueles cafajestes que atacavam a Imperatriz Leopoldina que queria libertar o Brasil.

Para favorecer a paz duradoura é imprescindível que a educação promova a busca do aprimoramento pessoal e espiritual continuadamente, para que os estudantes se tornem seres humanos de qualidade e que tenham consideração sincera pelo próximo, buscando a continuada melhora nas condições gerais de vida.

O Brasil, sempre explorado pelo colonialismo, poderia ter sido a Cuba da América do Sul. As grandes obras foram implantadas por Getúlio Vargas e pelos militares, mas estes caíram na armadilha da dívida externa, e devolveram o poder aos civis. Com suor e precarização, a dívida externa foi paga com muita emissão da moeda brasileira para comprar os dólares dos exportadores, gerando a grande inflação debelada com âncora cambial e juros altos, e importados que fechavam as fábricas. Em vez de investir na produção, formação de professores e hospitais, foram construídos estádios de futebol. A corrupção tomou conta do dinheiro público. Em 2018, a dívida já travava tudo novamente, alcançando R$ 3,9 trilhões. A dívida e a pandemia travaram tudo, mas agora se procura um bode expiatório.

De fato pode-se afirmar que houve um vacilo geral quanto ao avanço da pandemia. Vários pesquisadores haviam lançado alerta para isso, mas houve uma pasmaceira e nada foi feito para fortalecer a imunidade, mormente da população carente que é a grande maioria. O que as famílias querem é trabalho e emprego com sustentabilidade, que possibilite organizar a vida familiar, com saúde e bom preparo para a vida; isso é fundamental. Os governos têm de incentivar campanhas de aprimoramento da espécie humana e eliminar a tenebrosa prática do pão e circo que anula as individualidades. 

Então a pandemia pegou o Brasil em cheio e outros países, e não quer ir embora. O povo, enganado por autoridades corruptas, não sabe mais o que fazer para continuar vivendo. A pandemia é uma ameaça; sem poder trabalhar, a fome é outra. A pandemia mostrou as deficiências da globalização; os superficialismos no consumo; a insensatez na economia e política. Os aproveitadores estão esperando que tudo volte ao velho normal, alguns enriquecendo e muitos empobrecendo sem preparo para a vida. Perda geral da essência humana.

A hora é de levantar a cabeça e olhar para o Alto! Há forte pressão para que as pessoas mantenham o olhar para baixo, para coisas mesquinhas. É preciso força de vontade para que a humanidade alcance a condição verdadeiramente humana, construindo e beneficiando tudo ao seu redor.


Nota do Editor: Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. E-mail: bicdutra@library.com.br

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