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SEÇÃO
Economia e Negócios
11/02/2019 - 07h13
Venda no cheque ou cartão de crédito
Carla Graziela Porto
 
Redução de inadimplência?

Em análise, vale lembrar que as duas opções se tratam de um “empréstimo”. Ou seja, o dinheiro é emprestado e deve ser devolvido. Contudo, quando o valor é devolvido ao banco, o cliente paga juros.

As duas opções de crédito, tanto o cheque ou cartão de crédito, possuem altas taxas de juros, no caso de inadimplência. No caso do cheque especial, que é quando o cliente passa do limite estipulado em sua conta, os juros são exorbitantes, e assim deixando o devedor com sérios prejuízos financeiros, que pode se tornar uma bola de neve todos os meses.

Em comparação as duas vias de crédito, ainda podemos medir que os juros do cheque especial podem chegar aos 13%, enquanto do cartão pode ultrapassar os 15%. Mesmo assim deve ser bem analisada qual a melhor maneira de se escolher a opção do crédito, para no futuro não haver arrependimentos e pagamentos de valores, muito altos com os juros.

A taxa de juros do cheque especial caiu em maio, de acordo com dados do Banco Central (BC). A taxa chegou a 311,9% ao ano, com redução de 9,1 pontos percentuais em relação a abril. A taxa do rotativo do cartão de crédito também caiu, ao chegar a 243% ao ano em maio, com recuo de 5,1 pontos percentuais em relação a abril. Essa é a taxa para quem paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia.

Em abril de 2018 os bancos anunciaram mudanças no cheque especial, mas as novas regras só começaram a valer a partir de julho de 2018. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os clientes que utilizarem mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos vão receber a oferta de parcelamento, com taxa de juros menor do que a do cheque especial, a ser definida pela instituição financeira (Publicado em 27/06/2018 – 11:19 Por Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil Brasília)

Também na pesquisa realizada foi constatado que a forma de pagamento com cheque tente a cair, sendo que caíram 12% e o valor transacionado em cheques teve redução de 9%. Isso não só mostra a mudança do uso pelos clientes, mas também a aceitação no comércio, assim marcando um fator a mais que comerciantes procuram, na segurança em suas vendas, sendo que há ofertas de prazo de parcelamento maiores no cartões de crédito, chamando a atenção para a venda do mesmo.

Sabemos que não podemos negar que tanto para os clientes, quanto para os comerciantes, o cartão de crédito é um aliado a segurança de vendas, assim sua taxa de inadimplência se torna menor, até por que o recebimento é garantido, pelas operadoras do cartão. Para os lojistas, o pagamento é aceito ou não pela maquininha, evitando o temido “cheque sem fundo” e futuros maus pagadores com a inadimplência.

Já para os clientes, um cartão de crédito pode representar menor perigo, já que andar com dinheiro por aí, não é nada legal. Se precisar bloquear ou cancelar, pelo celular mesmo, é possível fazer a solicitação.


Nota do Editor: Carla Graziela Porto, colaboradora do escritório Giovani Duarte Oliveira, responsável pelo setor de Cobrança. Graduada em Processos Gerenciais e graduanda em Direito.

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