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Opinião
10/10/2017 - 08h25
Vendedor, como está a sua saúde emocional?
Mário Rodrigues
 

O medo da rejeição, a ansiedade e o estresse são sentimentos corriqueiros na vida de muitos vendedores profissionais durante uma negociação. Para entender como as adversidades interferem no dia a dia dessas pessoas, o Instituto Brasileiro de Vendas fez uma pesquisa a respeito do tema e identificou que 55,2% dos profissionais da área comercial admitem ficar receosos na hora de intermediar uma negociação, ainda que seja apenas em determinadas situações. A avaliação também apontou que 73,6% dos vendedores sentem algum tipo de desconforto ao receber a primeira objeção do cliente.

Além desses dados, uma pesquisa mais abrangente realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mostra que o Brasil apresenta a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo. O índice de brasileiros que sofrem desse mal é de 9,3%.

Então, vendedor, como lidar com os possíveis temores, a ansiedade e o receio em negociar? Será que os gestores podem ajudar a equipe a lidar com essas adversidades emocionais? Nesse sentido, o primeiro passo é promover o autoconhecimento e motivação de cada indivíduo. Ou seja, é preciso ir além das estratégias de vendas e criar ações que aliem os treinamentos técnicos com iniciativas capazes de estimular o autocontrole e o desenvolvimento pessoal.

Um bom exemplo de atividade que contribui com o equilíbrio emocional é a meditação. Muito mais que uma forma de relaxamento, a atividade proporciona inúmeros benefícios ao organismo. Por meio da meditação é possível reduzir o estresse, estimular o foco e a criatividade e promover um aumento da autoestima e do bem-estar. Além disso, praticá-la constantemente garante uma melhoraria na empatia, que é uma das oito competências necessárias para um vendedor profissional.

Outra ação que colabora com o estado emocional e físico é saber observar e controlar o foco, a linguagem e a postura ou a fisiologia de modo geral. A neurociência diz que, ao sorrir e manter o corpo ereto ao mesmo tempo, a pessoa utiliza uma linguagem positiva e o organismo produz substâncias que geram o bem-estar. Ou seja, são gestos simples e que podem ajudar e realinhar o foco quando estiver cabisbaixo, com problemas nas metas ou com a autoestima abalada.

A partir do momento que um profissional consegue aprimorar suas habilidades técnicas e socioemocionais, tratando-as como um conjunto, ele consegue melhores resultados nas vendas e na vida. Dessa forma, o trabalho deixa de ser apenas um esforço diário em busca de números e se torna algo muito mais prazeroso.


Nota do Editor: Mário Rodrigues é diretor do Instituto Brasileiro de Vendas - IBVendas (www.ibvendas.com.br).

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